terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

PLANOS, PROPÓSITOS E PRÁTICAS PARA EXERCER O GOVERNO DE DEUS.


Iniciando este texto, quero em primeiro lugar afirmar que, para se fazer algo que glorifique ao Senhor, é necessário que saibamos o que pensa Deus sobre aquilo que pretendemos fazer.
A Palavra nos adverte que tudo quanto fizermos deve ser para glória de Deus. (I Co 10.31) Portanto, se tudo que fazemos, deve ser feito para Glória do Senhor, logo, a política, também, está inserida neste contexto. Isto é, podemos e devemos fazer política para Glória de Deus.
Acreditamos que é possível governar sem perder o padrão estabelecido na Palavra, para isso, basta que sejam estabelecidos os quatro pilares do Governo de Deus.
O pensamento divino quanto ao alicerce do Governo Ideal foi revelado no deserto através do Jetro, sogro de Moisés (Êxodos 18.21)
 Eis os quatro pilares estabelecidos:
1. Capacidade.
2. Ter o temor de Deus.
3.  Ser homem de verdade.
4.  Não amar a avareza.

Se um destes pilares faltar, cria-se um desequilíbrio sério. Imagine, se dois deles estiverem ausentes! Observa-se que o primeiro pode ser adquirido mesmo por quem não está comprometido com o Senhor. O terceiro se encontra também entre qualquer povo. Mas o segundo e o quarto pilares estão inteiramente ligados um ao outro. Ou seja, quem tem o temor de Deus não é avarento e se alguém é avarento é porque não teme ao Senhor. E quem teme ao Senhor nunca vai ser desleal  e roubar os bens públicos. Estamos certos de que os rombos nos cofres públicos revelam a ausência do segundo e do quarto pilares no Governo Ideal estabelecido por Deus.
Diria alguém que há pessoas que professam a fé evangélica e se embarcam na canoa da corrupção. O que é infelizmente inegável. Mas, afirmamos com toda a certeza, que se politizarmos o povo evangélico nos quatro cantos desta Nação, este povo terá as condições básicas e estruturais para eleger seus representantes e também “policiá-los”, para que exerçam suas funções dentro dos padrões dos quatro pilares divinos para governança.

OS EVANGÉLICOS E A POLITICA

Nos últimos quarenta anos o povo evangélico tem se despertado para a necessidade de assumir seu lugar no Governo desta Nação. Isso tem sido feito com muito esforço por  alguns, o que ao longo  dos últimos anos produziu bons resultados. Entretanto, sabemos que os resultados teriam sido imensamente maiores, se há quarenta anos tivéssemos planejado para governar. O fato real é que ouve um despertar em busca do poder, mas não ouve um planejamento salutar, para que o povo evangélico fosse treinado para buscar o poder e exercê-lo. Excetuando raras e honrosas exceções, muitos, ao logo desses anos, induziram o povo evangélico a votar, usando métodos pouco ou nada recomendáveis ou aconselháveis. Não ouve um  trabalho bem ordenado, para que o povo de Deus aprendesse as verdadeiras razões de fazer política. Pelo contrário, certos comportamentos para angariar votos, geraram um conceito diametralmente oposto sobre o significado do termo (política), também entro o povo santo. Inclusive no arraial evangélico, entre o povo que tem a responsabilidade de honrar o Livro.

OBSTÁCOLOS QUE ENFRENTARAM OS PIONEIROS

 Entre outros obstáculos, faremos menção de dois: Primeiro, de um lado, o fato de que, quando se iniciou efetivamente o empenho político dos evangélicos, aqueles que detinham o poder não queriam abrir mão de espaços ocupados, para que os crentes os ocupassem, o que é natural que ocorresse. Por outro lado, um obstáculo muito maior se revelou, ou seja, a resistência de grande parte de irmãos, que discordavam inteiramente dos que se colocaram à frente, na disputa pelo poder político. Ainda hoje, infelizmente, por falte de conhecimento, alguns continuam abrindo a porta só um pouquinho, colocando os pés por detrás, impedindo que se abra. Mas, já melhorou muito.   
  
O PORQUÊ DA RESITÊNCIA DOS IRMÃOS

Os evangélicos foram educados para serem governados e não para governar. Desde o início do protestantismo brasileiro foi plantado nos corações dos convertidos, que deveriam ser obedientes aos seus governantes, o que é louvável, porém, isso foi semeado na alma dos evangélicos de forma inadequada, ou seja, a maneira como foi imposta a verdade de que devemos obediência ao governo, fez muitos evangélicos se tornarem pessoas amedrontadas quanto à política, a ponto de imaginarem que apenas deviam ser obedientes a quem estivesse governando, mas, nunca deveriam entrar na “briga” para assumir a governança.
A informação e a formação inadequada quanto à política fez uma multidão de verdadeiros servos do Senhor, pessoas que em vários aspectos de suas vidas deram bons testemunhos, lamentavelmente, viveram até envelhecerem e morrer, afirmando que um servo do Senhor não deveria se meter em política.
De fato, quando pesquisamos mais profundamente a história do protestantismo no Brasil, descobrimos que o comportamento de muitos evangélicos, contrário a política, é o resultado de uma ação bem elaborada por quem detinham o poder quando se iniciou a evangelização da Nação. Os que mandavam de tudo fizeram, para que o novo segmento religioso não assumisse os postos de liderança no governo.

CPEB - UM PLANO PARA GOVERNAR

Se há quatro décadas, os líderes evangélicos (aos moldes da fé cristã) tivessem iniciado um trabalho de conscientização do povo evangélico, como o fizeram os líderes sindicalistas, hoje teríamos sessenta milhões de verdadeiros militantes políticos evangélicos. Com uma conscientização desta, elegeríamos hoje, muitos governadores e o presidente da República.
Mas, o que passou, passou...  Olhemos para frente.
Depois de muita meditação e oração foi criado o CPEB – Conselho Político dos Evangélicos do Brasil, cujas atividades, entre outras, consiste em, politizar o povo evangélico e conscientizá-lo da necessidade de assumirmos uma posição de liderança pra valer nessa Nação.
Partindo das bases, ou seja, desde a diarista, o servente de pedreiro, o aposentado com o mísero salário mínimo, até ao topo cultural e econômico da sociedade evangélica, vamos instruir a todos no que diz respeito seus direitos e deveres como cidadãos e cidadãs. Assim fazendo, vamos mostrar ao povo santo, que além de orar, jejuar e estudar a Palavra, o servo de Deus deve também exercer a cidadania e agir em defesa do que acredita.

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Caríssimos Irmãos

Meu nome é AQUIM NACIZ DE MENDONÇA,
Sou casado há 38 anos com HELENA MARIA LEITE DE MENDONÇA,
Temos dois filhos e duas filhas, ambos casados. Tantos os filhos e filhas, quanto genros e noras são obreiros do Senhor. Deus nos abençoou também com 2 netos e 2 netas. Eu  e a minha casa servimos ao Senhor.

Sou Bacharel em Teologia – Formei-me no STEB em 1988, quando fui o orador de minha Turma.


Nasci num lar evangélico. Sou neto de pregador. Meu avô, no início do século XX, fundou em sua fazenda, a Igreja Cristã Evangélica (Casa de Oração) que foi trazida da Inglaterra para o Brasil, pelo irmão MacNair.
Em 1967 fui batizado com o Espírito Santo e aos 14 anos já era pregador em minha cidade natal, Mendes Pimentel/MG.
Cheguei, trazido por meu pai, que mudou com a família para BH, em 1968, no dia 10 de maio daquele ano, já com 15 anos de idade.
Uma semana depois que chegara à Capital, já estava pregando o Evangelho no Parque Municipal de Belo Horizonte, onde conheci um pastor (PR. Geraldo Damião de Carvalho) que me fez pregador na Rádio Pampulha, na mesma semana.
Desde minha adolescência dedico minha vida ao Evangelho, pregando e pastoreando em várias cidades mineiras, em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Rondônia.
Aos 15 anos de idade, fui consagrado a diácono, aos 16 fui consagrado a Evangelista. Aos 18 anos, no dia 07/07/1971, fui consagrado ao ministério pastoral e desde então, tenho pastoreado e agido também como missionário, fundado vária igrejas.
Este ano (2012) completarão 41 anos de ministério pastoral. Pela graça maravilhosa de Cristo temos muitos e muitos filhos na fé que treinamos e os ajudamos a tornarem-se pastores. Tanto no Brasil como fora da Nação, muitos deles são lideres de multidões quase incontáveis. O que muito nos alegra.
           
A POLÍTICA

Em 2007 senti um forte chamado do Senhor para atuar na política e ser um canal de Deus, para abrir portas para os irmãos. Tornei-me assessor do então Prefeito Fernando Pimentel e sob seu comando, em 2008, coordenei na área evangélica, a campanha do atual prefeito de BH, Marcio Lacerda. Continuei então como assessor na PBH, onde mantenho bom relacionamento com todas as correntes políticas, o que me faz ter portas abertas tanto no Governo Municipal, Estadual e Federal.

Sou filiado ao Partido dos Trabalhadores e o fui convidado pela cúpula do partido, a sair candidato a vereador;
Acredito que nossa caminhada de mais de 40 anos em BH, e pela graça de Deus, com um bom testemunho, tanto da comunidade evangélica quanto dos de fora. Poderemos ter uma votação expressiva na Capital.

PRETENDO, E COM A AJUDA DO SENHOR SERÁ REALIZADO

1.    Um mandato que glorificará ao Senhor Jesus.
2.  Criaremos associações ou outras organizações do gênero, junto às igrejas. Auxiliaremos os pastores e outros líderes na administração dessas organizações, para que recebendo recursos governamentais, os administrem de tal forma que sejam exemplos de fidelidade.

&- Através dessas associações contribuiremos para que as igrejas invistam na Educação, contribuindo assim, para ajudar a consolidar na mente das crianças que frequentam as igrejas, os princípios bíblicos que tão distante tem estado dos atuais sistemas de ensino.

3.   Durante o meu mandato, cercar-me-ei de um grupo de homens e mulheres inteligentes e tementes a Deus, principalmente dos de dentro da comunidade evangélica, com os quais voluntariamente, nos reuniremos uma vez por mês, para discutir o governo da cidade. Cada mês o grupo se reunirá em uma região da cidade, com todos os componentes do nosso gabinete. Com este grande grupo de voluntários, composto por pessoas sábias, instruídas e tementes a Deus, discutiremos os projetos em andamento na Câmara, as ações do Executivo e os nossos projetos propriamente ditos.

&- O mandato será exercido com a participação da população. Quando o vereador estiver discursando na tribuna da Câmara, a favor ou contra um projeto ou ações de quem quer que seja ou de que natureza for, o referido grupo acima citado, antecipadamente terá conhecimento da fala de seu vereador e sobre o assunto, bem como sobre ela poderá expressar.       
&&- Dessa forma, exerceremos um mandato totalmente transparente e criaremos um modelo político, onde a população participará ativamente da Câmara, policiando as ações dos vereadores, bem como as do poder executivo. 
Assim faremos o povo Evangélico ter a satisfação em participar da política, e não se envergonhar das ações de quem possua mandato. 
Eu creio que é possível fazer política para Deus, com Deus, sob Deus, com o povo e para o povo.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

DEUS E A BÍBLIA

         O primeiro passo para receber a Cura Divina é conhecer as poderosas promessas de Deus, escritas na Bíblia sobre a cura pelo poder de Deus. Para isso é necessário saber que todas aquelas promessas  escritas no Livro Santo são para você e têm validade hoje.

         Para que se creia nas promessas contidas na Bíblia, é necessário saber que ela  é a Palavra infalível de Deus. Temos que saber que a Bíblia fechada é um livro e  aberta é a boca de Deus falando conosco. Não podemos filosofar sobre o que está escrito na Bíblia  ou fazer uma doutrina sobre as verdades nela escritas , mas de forma simples objetiva e clara temos de crer e aceitar que o próprio Deus está nos falando quando lemos a Bíblia. Deus não se separa da sua Palavra, a Palavra tem a mesma autoridade de Deus. 
         A Bíblia não contém a Palavra de Deus, ela é a Palavra de Deus. Se a Bíblia fosse um livro que nele pudéssemos encontrar a Palavra de Deus, teríamos um problema sério, ou seja, ficaríamos querendo descobrir o que seria a Palavra de Deus na Bíblia, e o que não seria a Palavra de Deus. Seria um caos. Mas nós não temos este problema porque  a Bíblia é a Palavra de Deus.
         Temos que saber  e jamais nos esquecer, que todas as vezes que estamos lendo a Bíblia, estamos tendo uma conversa com Deus. A base para uma fé segura é a Palavra escrita de Deus. Quem trata a Palavra de Deus como um livro comum comete um erro terrível, e corre o risco de estar fechando as portas de grandes bênçãos para sua vida.
         Se queremos possuir as bênçãos prometidas na Bíblia precisamos dar a ela o mesmo lugar que damos ao Senhor Jesus.
         Quando lemos a Palavra, Deus conversa conosco. Se tivéssemos uma conversa audível com o Senhor Jesus, com toda certeza, Ele nos  falaria exatamente o que está escrito na Palavra.
         Não há como separar Deus de Sua Palavra. Ele não opera apenas em uma parte dela, Ele não se separa do que está escrito nela, Ele vigia dia e noite para fazer cumprir o que está escrito. A Palavra de Deus é inteiramente cheia de poder. (Lc 1.37) Por isso “...não haverá impossível em todas as suas promessas.”
         Quando falamos a Palavra ela volta ao trono do Pai, e quando ela volta a Ele “não volta vazia” os milagres acontecem.(Isaías 55.11)
         Em 1975 estava pregando no Bairro Água  Branca, Contagem, Minas Gerais,quando um homem mudo chegou a nossa reunião. Segundo os médicos, jamais aquele homem voltaria a falar porque um nervo responsável pela condução do comando da voz vindo do cérebro havia secado. Ao impor as minhas mãos sobre aquele homem, ele caiu por terra sob o impacto da presença do Senhor. Minutos depois ele se levantou e ficou olhando em minha direção acenando. Uma obreira que auxiliava naquele momento compreendeu o que ele queria dizer e disse-me: “Ele deseja que se leia o Salmo 91”. Abri a Bíblia e li em voz alta o Salmo pedido. Enquanto lia aquelas promessas, o homem foi curado instantaneamente e levantando os seus braços  gritou na maior altura: “Glória Deus!”  O que foi que aconteceu? Aquele homem ouviu a leitura da Bíblia como sendo a própria voz de Deus para ele naquele instante e por isso foi curado.
         Para receber a cura de Deus é necessário saber da existência das promessas e crer que essas promessas de Deus escritas na Bíblia são direcionadas mim. Preciso ter a certeza de que Deus está falando pessoalmente comigo. Tenho que acreditar que as promessas são como um cheque assinado por Deus, nominal a  minha pessoa e em branco. A única coisa que eu necessito fazer é preencher o cheque com o valor que eu quiser.
         Além de saber que a cura faz parte integral do ministério atual de Cristo, eu preciso saber também que as promessas de cura escritas na Bíblia estão direcionadas a mim pessoalmente.
         Precisamos saber que Deus vela pela Palavra para fazê-la cumprir.(Jr 1.12)
         A Palavra de Deus é mais duradoura do que o Céu e a Terra. (Mt 24.35)  

OS QUE CRÊEM  QUE A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS, DEVEM HONRÁ-LA LOUVANDO AO SENHOR POR NOS TER DADO TÃO GRANDE TESOURO.

         Se cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, se cremos que não podemos separar a Bíblia de Deus, se cremos que Deus está inteiramente comprometido com a Sua Palavra escrita, então chegou a hora de tomarmos posse do que está escrito na Palavra e saber que Deus vai fazer valer o que Ele falou. Ele vai honrar o que está escrito na Bíblia.                  Quem recebe esta palavra de fé?

Temos que receber as promessas de Deus como crianças e não como pessoas incrédulas e críticas.

         Vejamos algumas promessas que o Pai nos faz:
1.     “Eu sou o Senhor que TE sara.” (Êx 15.26). Quem é este TE?
2.     “Por suas chagas VÓS fostes sarados.” (I Pe 2.24). Esses VÓS quem são?
3.      “Quem sara todas as TUAS enfermidades.”(Sl 103.3) A quem Deus está prometendo  cura com esse TUAS?
4.     “Se me pedirdes ALGUMA coisa em meu nome, eu o fare.”i (Jo 14.14)  O ALGUMA refere-se ou não a cura do corpo?

VIMOS AS PROMESSAS DE CURA DA PARTE DE DEUS. VEJAMOS AGORA  QUEM ESTÁ AUTORIZADO A USAS O PODER PARA CURAR.

1.     “AQUELE que crê em mim fará o que eu faço, e fará obras maiores ainda.”       (Jo 14.12) . Você meu irmão está ou não incluído nesse AQUELE?
2.     “Estes sinais hão de acompanhar AQUELES  que crêem ... expulsarão os demônios ... e se impuserem as mãos sobre os enfermos eles ficarão curados.” (Mc 16.17,18) E o AQUELES deste texto, diz ou não a seu respeito?

HOJE VAMOS NOS HUMILHAR DIANTE DE DEUS E PEDIR PERDÃO POR TERMOS SIDO TÃO INCRÉDULOS E NÃO COLOCADO EM PRÁTICA A PALAVRA DO SENHOR, NO QUE DIZ RESPEITO A CURA DO NOSSO CORPO.

(orientação para o ministrante)      chamar a frente para oração
Pai, me perdoa por não ter percebido que o Senhor jamais se separa da tua Palavra. Me perdoa porque não tenho crido na Bíblia como devo crer. Eu quero a tua unção para que eu possa mudar a forma de pensar no que está escrito na Bíblia a partir de hoje. Preciso crer para ser curado e também orar e outros serem curados. Tomo posse desta bênção agora em nome de Jesus. Amem?   

A IGREJA E A AÇÃO SOCIAL


Um exame cuidadoso das Escri­turas Sagradas nos faz enten­der que a admi­nistração pública é um assunto intei­ramente ligado aos ensinos bíblicos. De fato, o Pentateuco (Os cinco pri­meiros livras da Bíblia, escritos por Moisés) é uma constituição de Esta­do. O Pentateuco, por muitos anos, foi para a nação israelita o que a nossa constituição é para nós. Ain­da hoje, princípios éticos, morais e religiosos contidos na Bíblia são ob­servados pelo governo israelense. Exemplo disso é a observância do dia de descanso conforme Moisés escreveu.
Queiramos ou não, o povo brasileiro tem uma ligação muitíssimo grande com a Bíblia Sagrada e com o povo que recebeu do Céu o Texto Sagra­do, o povo judeu. Como cristãos autênticos, preci­samos aplicar os princípios bíblicos em tudo que se relaciona à governa­bilidade de nossa Nação. Sabemos que se um povo for governado sob os ditames bíblicos, os fatos rela­cionados à saúde, educação, segu­rança e moradia com dignidade dei­xam de ser problemas. As normas bíblicas, quando seguidas, eliminam toda corrupção, contrafação, adul­teração e falsificação que grande mal faz aos nossos co­fres públicos. Para que se cumpra plenamente os ensinos inseridos na páginas sagradas da Bíblia é necessário que os corações de quem se propõe a governar sob a orientação divina sejam conforme o  coração  de Deus. O que nem  sempre acontece.
Infelizmente, parece haver um vírus de corrupção nas pessoas. Quando se fala em uma ação social, e a pos­sibilidade de algum dinheiro público ser aplicado em uma frente de traba­lho, com raras e honrosas exceções, surge a indagação ou a insinuação: “Quanto vai para o meu bolso?” Isso não é apenas uma vergonha. É uma abominação, uma demonstração de total desrespeito com Deus, pois é Ele que dá autoridade aos homens. Os sacerdotes de Deus, (pastores evangélicos) têm o dever de morali­zar esta situação. Se alguns dentre os servos de Deus, colocados no po­der, desviaram dos princípios éticos, morais e espirituais que amamos e defendemos, e assim, geraram man­chas no bom nome dos evangélicos, há também os fiéis.
Aos que desviaram da verdade e dos bons princípios, não podemos tratá-los como gostaríamos que fossem. Na hora do voto, temos de tratá-los como realmente são. Precisamos agir de tal forma que aqueles que não professam a nossa fé vejam nossos bons exemplos e então queiram co­nhecer melhor ao Senhor que servi­mos.
Nosso País precisa ser dirigido sob a bênção e o temor do Senhor. Para isso é necessário que os ministros do Evangelho tomem posição firme quanto a estar pronto a servir ao Senhor, servindo aos nossos seme­lhantes, servindo a Pátria, servindo ao povo.
As Igrejas Evangélicas prestam um relevante serviço social, porém afir­mamos que não basta que façamos um trabalho social, precisamos tam­bém documentar estas ações e en­tão torná-las reconhecidas perante a opinião publica e o governo. Todos os líderes evangélicos que executam qualquer ação social devem registrar uma ASSOCIAÇÃO ou OSCIP, e devi­damente documentados reivindicar seus direitos de ajudar a administrar os recursos públicos em prol do nos­so povo sofrido. A propósito, a Bíblia nos ensina que devemos fazer obras sócias tanto quanto pregar o Evangelho. Vejam o comportamento da Igreja Neotestamentária: 
“Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano. E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio.”
(Atos 6:1-3)

Paulo, o Apóstolo, recebeu orientação dos líderes Pedro Tiago e João, de que não se esquecesse dos pobres. O Apóstolo afirma que foi obediente à essa orientação.
 “E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que me havia sido dada, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão; Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência.”
(Gálatas 2:9-10)
Entendemos que fazer obra social é uma forma de atrair bênçãos sobre a igreja do Senhor, veja o que diz Santa Palavra: “Ao SENHOR empresta o que se compadece do pobre, ele lhe pagará o seu benefício.” (Provérbios 19:17)
O TEMPO É AGORA E ESTE
É O MOMENTO!
Pr. Aquim Mendonça

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Carta a centésima ovelha. Estão todos, reunidos ?


Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até que venha a achá-la? 
Lucas 15:4

importância deste texto é tremenda. Muito aplicado em relações comerciais e palestras para empresas, mas para a Igreja de Cristo é fundamental.  Quanto tempo leva para evangelizar uma pessoa, e o custo com missões.  Chega enfim, o dia: a alegria de um novo batismo não tem preço.  Depois de tanto trabalho damos falta de um irmãozinho querido que vai ficando para trás, e Jesus aponta este irmãozinho querido em várias parábolas na bíblia, entre elas a “Centésima Ovelha”. Então nos perguntamos: “Estão todos ai?” ......
Se você percebe neste momento que está faltando alguém, é de suma importância que o localizemos... Vamos programar uma visita.  Vamos dar um telefonema... vamos escrever uma cartinha com palavras de carinho, ou enviar-lhe um cartão dizendo o quanto “ele” é importante. Vamos programar um dia por mês para comemorarmos esta volta... vamos festejar o seu retorno como se fosse o dia do seu batismo....pense nisto.  Jesus está esperando reunirmos todo em um único rebanho... Ele, Jesus, está esperando... para seguir em frente, mãos a obra, vamos escrever uma cartinha a nossa centésima ovelha.